Este blogue foi criado por um grupo de Área de Projecto, da Escola Secundária de Odivelas, do 12ºF. Constituído pela: Daniela Magalhães, Paula Rafaela, Pedro Carrasco e Débora Rodrigues. O tema que vamos abordar é a deficiência. Apesar de este ser um tema em parte bastante divulgado, existem informações que por vezes são esquecidas. Este blogue tem como objectivo actualizar essas informações e sensibilizar a população em geral para alguns casos.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Um mundo sem som !
Como será possível ver televisão sem som e sem legendas?
A Débora representou o papel de uma surda, que estava a ver televisão sem conseguir perceber nada, isto porque não tinha legendas e não conseguia ouvir nada!
Outra cena foi quando ela fez-se passar por uma mãe que não ouvia a sua própria filha a chorar.
Isto deve ser frustante na vida de um surdo , pois ver um filme e não conseguir ouvir nada do que dizem os actores ou mesmo os seus próprio amigos deve ser a pior coisa que existe.
Mas isso não implica desistirmos do que mais gostamos ,se tivermos o apoio de uma mão amiga, tudo será mais fácil!
A Débora representou o papel de uma surda, que estava a ver televisão sem conseguir perceber nada, isto porque não tinha legendas e não conseguia ouvir nada!
Outra cena foi quando ela fez-se passar por uma mãe que não ouvia a sua própria filha a chorar.
Isto deve ser frustante na vida de um surdo , pois ver um filme e não conseguir ouvir nada do que dizem os actores ou mesmo os seus próprio amigos deve ser a pior coisa que existe.
Mas isso não implica desistirmos do que mais gostamos ,se tivermos o apoio de uma mão amiga, tudo será mais fácil!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Uma simulação sobre as dificuldades de um mudo!
A paula , estava a encarar um papel de uma muda que queria ir para um determinado local ,mas entretanto esta perdeu-se e tentou pedir ajuda, mas como não conseguia comunicar através da fala com as pessoas ela expressava-se através de gestos que se tornavam num grande obstáculo entre elas.
A daniela representava uma mulher que a ajudava só que a Paula como não conhecia o local era bastante complicado e o facto de não poder comunicar era pior.Num outro vídeo o Pedro, fez bullying psicológico à Paula que representava o papel de uma muda, mas a sua amiga Daniela defendeu-a e ele desistiu e foi-se embora.
Com isto percebemos que ser mudo,é de facto vivermos num silêncio constante,todos os dias da nossa vida, pois, não podemos comunicar aquilo que sentimos, nem o que queremos!
A daniela representava uma mulher que a ajudava só que a Paula como não conhecia o local era bastante complicado e o facto de não poder comunicar era pior.Num outro vídeo o Pedro, fez bullying psicológico à Paula que representava o papel de uma muda, mas a sua amiga Daniela defendeu-a e ele desistiu e foi-se embora.
Com isto percebemos que ser mudo,é de facto vivermos num silêncio constante,todos os dias da nossa vida, pois, não podemos comunicar aquilo que sentimos, nem o que queremos!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Um experiência inesquecível !
O mês de Janeiro foi um dos meses, mais importantes e inesquecíveis para o nosso grupo a Coragem de Viver.
Pois, começamos a gravar as simulações de deficiências a primeira foi a Visual, que teve local no supermercado minipreço,onde a Daniela fez-se passar por cega , mas para isso teve de vendar os seus olhos com um lenço e tinha uma bengala de apoio. O seu objectivo era chegar a um produto, só que como não via tornava-se um pouco complicado, então a Débora foi uma das pessoas que a ajudou a encontar o que necessitava.
Outra aventura, foi quando gravamos no centro comercial Kaué, para mostramos as dificuldades que uma pessoa cega teria nestas situações.
Mas em contrapartida,gravamos uma cena no metro de Odivelas, onde mostravamos as facilidades para um pessoa cega já que as bilheteiras são especializadas para estas ocasiões, isto quer dizer que tem letras escritas em braille o que facilita muito a vida dos dificientes visuais.
Uma outra situação que nós nunca damos de conta é que no metro existe uma linha amarela com buracos para que servirá isso? Isso é um piso especialmente para cegos que os informa até onde podem ir.
Durante estas gravações divertimo-nos e aprendemos muito, mas vimos que ser cego não é nada fácil , pois não temos consciência do que se passa á nossa volta!
As pessoas cegas são exactamente como nós apenas não têm oportunidade de ver o que os rodeia, isso por sempre que vejam um cego, certifiquem-se que ele não precisa de ajuda.
Pois, começamos a gravar as simulações de deficiências a primeira foi a Visual, que teve local no supermercado minipreço,onde a Daniela fez-se passar por cega , mas para isso teve de vendar os seus olhos com um lenço e tinha uma bengala de apoio. O seu objectivo era chegar a um produto, só que como não via tornava-se um pouco complicado, então a Débora foi uma das pessoas que a ajudou a encontar o que necessitava.
Outra aventura, foi quando gravamos no centro comercial Kaué, para mostramos as dificuldades que uma pessoa cega teria nestas situações.
Mas em contrapartida,gravamos uma cena no metro de Odivelas, onde mostravamos as facilidades para um pessoa cega já que as bilheteiras são especializadas para estas ocasiões, isto quer dizer que tem letras escritas em braille o que facilita muito a vida dos dificientes visuais.
Uma outra situação que nós nunca damos de conta é que no metro existe uma linha amarela com buracos para que servirá isso? Isso é um piso especialmente para cegos que os informa até onde podem ir.
Durante estas gravações divertimo-nos e aprendemos muito, mas vimos que ser cego não é nada fácil , pois não temos consciência do que se passa á nossa volta!
As pessoas cegas são exactamente como nós apenas não têm oportunidade de ver o que os rodeia, isso por sempre que vejam um cego, certifiquem-se que ele não precisa de ajuda.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Uma Ida" diferente "à Baixa- Chiado
No dia 25 de Novembro o nosso grupo foi á Baixa, com o objectivo de entrevistar pessoas, para recolher informações sobre o que pensam sobre a deficiência.
Começamos por abordar algumas pessoas na rua, mas nem todas foram com sucesso, porque não tinham tempo, ou simplesmente porque tinham vergonha!
Mas tivemos sorte, porque acabamos por entrevistamos uma jornalista que foi bastante simpática e estava dentro do assunto , o que nos ajudou bastante.
Ela até deu-nos o seu contacto para colaborar connosco caso precisássemos de mais alguma informação.
Foi uma uma experiência única, já que foi a primeira vez que tínhamos feito algo deste género e esperámos voltar a repetir.
Começamos por abordar algumas pessoas na rua, mas nem todas foram com sucesso, porque não tinham tempo, ou simplesmente porque tinham vergonha!
Mas tivemos sorte, porque acabamos por entrevistamos uma jornalista que foi bastante simpática e estava dentro do assunto , o que nos ajudou bastante.
Ela até deu-nos o seu contacto para colaborar connosco caso precisássemos de mais alguma informação.
Foi uma uma experiência única, já que foi a primeira vez que tínhamos feito algo deste género e esperámos voltar a repetir.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
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